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03
mar
 

Caixa esclarece as dúvidas sobre a Sindical e a cobrança registrada

 
  Palavras-Chave: Sindical, Cobrança, GRCSU, Caixa, Cobrança Registrada  
  Por meio de perguntas e respostas o banco esclarece dúvidas das entidades para as cobranças que vencerão no 2º semestre de 2017.


• Por que alterar a plataforma vigente de Cobrança Bancária?


A plataforma atual, embora tenha representado um importante avanço no sistema financeiro ao permitir a liquidação interbancária (liquidação do boleto em canais de qualquer banco participante), está em funcionamento desde o início da década de 1990 e, diante do avanço tecnológico desde então, os bancos identificaram oportunidades de melhorias no serviço a partir da modernização do sistema, agregando, entre outros benefícios, maior segurança aos emissores de boletos (Beneficiários), aos Pagadores (Sacados) e às Instituições Financeiras.
O principal avanço do novo modelo consiste na troca on-line de informações no sistema financeiro, permitindo que um boleto seja validado previamente à sua liquidação, mitigando, assim, o risco de liquidações indevidas, seja por fraude ou outras inconsistências, que podem impactar o Beneficiário pelo não recebimento do recurso e o Pagador por não concretizar o pagamento ao Beneficiário.
A troca de informações on-line na Rede Bancária tem como premissa o registro dos títulos nos bancos, ou seja, a validação dos boletos apenas é possível se houver o registro do documento no banco emissor para que este, por sua vez, registre as informações em uma base centralizadora de boletos e, dessa forma, todos os bancos tenham acesso para consulta aos dados do boleto quando do processo de liquidação e apresente os dados do Beneficiário ao Pagador, que poderá confirmá-lo antes de concluir a transação.



• O registro de boletos é obrigatório?

O registro de boletos é uma premissa para a Nova Plataforma de Cobrança (NPC), considerando que o modelo define a troca on-line de informações entre bancos e a base centralizadora de boletos.
O boleto sem registro será impedido de liquidação na Rede Bancária quando implantada a Nova Plataforma de Cobrança, perdendo uma das principais características do serviço de Cobrança Bancária que é liquidação interbancária.



• A Contribuição Sindical Urbana será contemplada na Nova Plataforma de Cobrança?

Sim.
A Portaria MTE Nº. 488/2005 define, em seu Artigo 3º, que a Contribuição Sindical Urbana poderá ser recolhida em qualquer agência bancária, bem como em todos os canais de atendimento da CAIXA. Para viabilizar a liquidação da Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana (GRCSU) o MTE define no padrão da Guia o uso de código de barras e representação numérica em padrão Febraban.
No âmbito da Febraban o código de barras e a representação numérica que permitem liquidação interbancária são aqueles utilizados no serviço Cobrança Bancária, portanto, considerando a necessidade de atendimento ao exposto no Artigo 3º da Portaria MTE Nº. 488/2005, é necessário que a emissão e liquidação da GRCSU estejam adequadas à Nova Plataforma de Cobrança.



• Haverá alteração na Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana - GRCSU?

Sim, no entanto, as alterações não decorrem do projeto Nova Plataforma de Cobrança. Os ajustes na GRCSU são necessários para atendimento às Portarias MTE Nº. 521/2016 e 1.261/2016 que definem o envio de informações pela CAIXA ao MTPS relativas às Guias de Recolhimento.


• A partir de quando as Guias de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana deverão ser registradas na CAIXA e emitidas de acordo com o novo padrão?


Nada muda para as guias emitidas com vencimento até junho de 2017, ou seja, nesse período a emissão de Guias deve seguir o padrão e fluxo vigente, sem a necessidade de registro na CAIXA. A data limite de vencimento dessas Guias é 30/06/2017.
GRCSU com vencimento após 30/06/2017 deve ser registrada e ser emitida com o novo padrão da Guia.



• Os boletos registrados precisam ter valor e data de vencimento/prazo para pagamento?

Todo boleto precisa ter valor no registro, sendo permitida a grafia de valor R$ 0,00 no boleto físico, sendo que a mesma regra se aplica para as GRCSU.
No registro da guia, a Entidade Sindical poderá definir se a liquidação deve ocorrer pelo valor nominal, ou por valor divergente, devendo optar pelo pagamento por qualquer valor; um valor mínimo; ou definir uma faixa com valor mínimo e máximo.
Essa definição ocorrerá por meio do Segmento Y-53 do CNAB 240, registro detalhe opcional no arquivo remessa. Caso esse Segmento não seja utilizado, o sistema da CAIXA adotará como padrão a opção “Não aceita pagamento com valor divergente”. *
Beneficiários que precisam emitir boletos mas não detêm previamente informações sobre o valor que deverá ser pago, podem, por exemplo, registrar o título por R$ 0,01 e definir o tipo de pagamento “01 – Aceita qualquer valor” no Segmento Y-53. Caso não seja possível definir o valor previamente e haja necessidade de que a liquidação ocorra a partir de um valor mínimo, basta registrar com o tipo de pagamento “02 – Entre valor mínimo e máximo”.
Quanto ao prazo para pagamento, no registro deve constar uma data de vencimento, sendo que, para guias vencidas, os encargos serão calculados automaticamente pelos sistemas da CAIXA.
* O sistema da CAIXA passará a processar o Segmento Y-53 a partir de 07/2017 com a implantação da NPC



• É obrigatória a identificação do contribuinte?

O contribuinte deve ser identificado na guia por meio de CPF ou CNPJ, dados exigidos obrigatoriamente pelas Circulares BACEN 3598/2012 e 3656/2013 e indispensáveis para o registro na CAIXA e na CIP.
Clique aqui e veja como resolver inconsistências de cadastro da sua entidade.



• Como funciona a baixa e a manutenção das GRCSU?

As GRCSU registradas na CAIXA devem receber algum dos tratamentos a seguir:
Liquidação;
Baixa por devolução.
Guias emitidas com tipo de pagamento fixo, que, portanto, não aceitam pagamento parcial/divergente, poderão ser pagas em toda rede bancária em até 90 dias após o vencimento.
Diariamente, os encargos serão calculados automaticamente pelo sistema da CAIXA, atualizados na CIP e, assim, não haverá necessidade de nova emissão de guia.
Para guias emitidas acatando pagamento divergente, como não existe valor predefinido de pagamento, não é possível a atualização automática dos encargos e, por isso, o título será baixado automaticamente no dia seguinte ao seu vencimento. Dessa forma, pagamentos desses boletos, após o vencimento, estão condicionados à emissão de uma nova guia por meio do Portal do Contribuinte.
Para a emissão de guias vencidas é indispensável a informação do valor do documento, a fim de possibilitar o cálculo dos encargos pelo sistema, conforme art. 600 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Essas guias permanecerão atualizadas na CIP por até 90 dias após a sua emissão.
Quando ocorre o término do prazo de manutenção da guia na base da CAIXA, esta é baixada automaticamente.
Assim como a CAIXA registrará as GRCSU, também fará a baixa destas na base centralizadora, ou seja, um título baixado na CAIXA não mais estará apto à liquidação na Rede Bancária após implantação da Nova Plataforma de Cobrança.



• Como o sistema efetuará o cálculo dos encargos de guias vencidas?

As guias vencidas serão emitidas com a data de vencimento atual (data do dia da emissão), porém, com o cálculo dos encargos a partir da competência da guia (indicada pelo usuário) até a data da sua emissão, sendo que em caso de necessidade de nova atualização, o sistema irá considerar a competência da guia.
Assim, por exemplo, se a competência informada para a guia foi 01/2011, e o contribuinte emite a guia em 31/01/2015, o sistema irá calcular automaticamente os encargos devidos a partir de 01/02/2011 (D+1 do último dia útil do mês indicado na competência) e preenchê-los nos campos “Mora/Multa” e “Outros Acréscimos”, apresentando nos campos “Valor Cobrado” o somatório dos campos “Valor do Documento”, “Mora/Multa” e “Outros Acréscimos” e inserindo no código de barras o “Valor Total do Documento”.
Para o exemplo acima, caso a guia não seja liquidada na data de vencimento indicada, 31/01/2015, o sistema responsável pelo cálculo dos encargos continuará o cálculo dos encargos considerando a data de 01/02/2011, atualizando diariamente.
O cálculo dos encargos sempre obedecerá às regras do art. 600 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).


Fonte: Caixa Econômica Federal

 
 
 
 
 
21
out
 

Febraban exigirá cadastro atualizado das entidades.

 
  Às vésperas de 1°/01/2017, data determinada pela Febraban para que os bancos aceitem somente pagamento de boletos registrados, o cadastro da entidade passa a ser uma das questões mais importantes que devem ser observadas. Claro que também será necessário verificar as rotinas operacionais e as configurações do sistema usado para a cobrança, mas o cadastro merece atenção, pois toda cobrança deve ser registrada no banco com informações corretas do pagador, determinou a Febraban.

Veja a reportagem exibida pelo Jornal Nacional em 19/10/2016, que trata da obrigatoriedade das informações do pagador:

Fonte: Rede Globo / globo.com

NOVA COBRANÇA SINDICAL
Durante o ano de 2017, as regras de cobrança registrada também serão aplicadas as Guias das Contribuições, logo a entidade precisa desde já iniciar a atualização cadastral dos seus representados. Sem as informações dos contribuintes, não será possível realizar nova cobrança ou negociação de pagamentos atrasados, mesmo sendo de exercícios anteriores.

O QUE FAZER?
• Se sua entidade já usa o TCS Sistemas, fique tranquilo quanto ao seu sistema, ele já está pronto para registrar os seus boletos. Será necessário apenas verificar as rotinas da sua entidade e analisar a consistência de seu cadastro. Nossos consultores poderão auxiliar e fazer um diagnóstico do seu cadastro. Entre em contato com nosso Suporte Técnico.
• Se sua entidade ainda não usa o TCS Sistemas, será necessário verificar como o seu sistema atual realiza a geração de boletos, bem como o cadastro de pagadores e as rotinas da entidade. Se preferir, entre em contato conosco e saiba como nossos sistemas e nossa esquipe de especialistas em entidades de classe podem auxiliar você.
 
Quer saber mais?
Veja a matéria que preparamos sobre o fim da cobrança sem resgistro.

 

Palavras chaves:
• Cobrança registrada;
• Boletos de cobrança;
• Contribuição sindical;
• Entidades de classe;
• Sindicatos, federações e confederações;
• Febraban e bancos;
• Cobranças
• Associações;
• Atualização cadastral;
• Cadastro de empresas;
• Bloquetos e guias;
• Contribuições compulsórias
• Sistemas de cobrança
• Consultoria especializada em entidades de classe
• Especialistas em entidades

 
 
 
 
 
 
06
out
 

Entidade oferece benefício aos associados e a comunidade e vira notícia na TV.

 
  Sindilojas Porto Alegre lança banco de talentos e oportunidades
e conquista espaço gratuito na TV do seu estado.


Entre os principais desafios das entidades estão o desenvolvimento de produtos e serviços para atender as necessidades dos seus representados e ao mesmo tempo ter ações relevantes para a comunidade em que atua. Além de desenvolver benefícios para os seus representados, as entidades também precisam usar de estratégias de comunicação para dar visibilidade à entidade e suas ações, e com isso, atrair mais associados, pois não bastará investir em desenvolvimento de serviços se não há divulgação.

Referência no meio sindical por oferecer produtos e serviços que agregam valor ao associativismo e através de comunicação alcançam novos associados, o Sindilojas de Porto Alegre tem como uma de suas ações o Sindivagas POA. Esse serviço é gratuito para empresas associadas e busca agilizar o processo de contratação de mão de obra, tornando mais efetivo e focado no perfil de profissional que as lojas buscam. O serviço também é uma oportunidade para profissionais que buscam uma oportunidade de trabalho no varejo. Através de um mural online de vagas publicado no site da entidade, qualquer pessoa pode cadastrar o seu currículo gratuitamente. O Sindivagas POA é, ao mesmo tempo, um benefício aos associado e uma oportunidade de acesso ao emprego ou a recolocação profissional para o trabalhador.

Visando a alta demanda do varejo de contratar funcionários nos últimos meses do ano, o sindicato está promovendo o lançamento do serviço neste mês de outubro. A divulgação conta com destaque ao serviço nos canais de comunicação do Sindilojas Porto Alegre e envio de releases à imprensa. Hoje (6/10/2016), o Bom Dia Rio Grande, telejornal da RBS TV (afiliada Rede Globo no RS), levou ao ar uma matéria sobre o Sindivagas POA, mostrando como empresários e trabalhadores podem fazer uso das vantagens do serviço (foto).



Sua entidade também pode
oferecer o serviço de banco de
talentos e oportunidades!


 

O software que faz a gestão online do serviço Sindivagas Poa, com recurso de cadastro de vagas e publicação do mural de vagas, é uma solução tecnológica desenvolvida pela TCS Sistemas chamada TCS Talentos. Entre em contato conosco, tenha orientação completa para implantar o serviço e saiba como outras soluções poderão ajudar a sua entidade.
Clique aqui e solicite uma demonstração.

O QUE O SEU SINDICATO TEM FEITO PARA OS SEUS ASSOCIADOS E O QUE FAZ PARA ALCANÇAR NOVOS ASSOCIADOS? 




Palavras chaves:
Associativismo.
Desenvolvimento sindical.
Produtos e serviços.
Banco de talentos e oportunidades.
Sindicatos e Associações.
Representatividade.

 
 
 
 
 
23
jun
 

Boleto registrado e cadastro atualizado, um não existe sem o outro.

 
   

Recentemente publicamos uma matéria sobre as novas regras impostas pela Febraban para a emissão de boletos de cobrança. Vale lembrar que a partir de 1º de janeiro de 2017, todos os boletos deverão ser registrados junto aos bancos. Falamos o que muda, como evitar problemas e prejuízos e que o TCS sistemas está pronto para atender as entidades que emitem boletos de cobrança registrados (leia a matéria na íntegra aqui).

No entanto, não basta um software adequado para emitir boletos com registro: a entidade também precisa manter o seu cadastro atualizado. Para você entender, no processo de solicitação de registro de boleto de cobrança, informações cadastrais do sacado, tais como, razão social/nome completo, CNPJ/CPF, endereço, CEP, etc, são enviadas ao banco. O banco por sua vez validará os dados e só então fará o registro. Caso haja qualquer inconsistência nas informações enviadas, o registro será recusado e o boleto não será emitido.

É natural que o cadastro da entidade se torne defasado ao longo do tempo, em razão de alteração de dados das empresas e até mesmo encerramento de atividades. E para que esse tipo de situação não ocorra, a TCS e seus sistemas têm meios de evitar o problema.

Com o TCS Sistemas a entidade possui duas possibilidades de obter informações atualizadas das empresas já cadastradas: a primeira delas é usar os botões de consulta dos dados na Receita Federal, Simples Nacional e Correios presentes no sistema, basta um clique para verificar as informações e importar o que é pertinente; A segunda alternativa é uma atualização cadastral automatizada que permite buscar na Receita Federal e Simples Nacional informações que a entidade desejar para um grupo de empresas ou para todo o seu cadastro. Neste caso, nosso sistema realiza a operação automaticamente a partir das regras definidas pela entidade.

Entidades que oferecem produtos e serviços têm
menos cadastros defasados.


Ofertar produtos, serviços e realizar campanhas são formas de relacionamento que auxiliam na atualização cadastral. Veja a seguir como o TCS Sistemas possibilita que uma pessoa ou empresa faça a atualização online do próprio cadastro.
TCS Cursos – Com este sistema, a entidade disponibiliza ao público uma página online com informações de cursos, palestras, oficinas, etc. Nessa mesma página é possível fazer inscrições e fornecer ou atualizar as informações cadastrais.

TCS Central do Contribuinte – Esta é a área do cliente no site da entidade, além de consultar extratos financeiros, emitir segundas-vias , detalhamento de planos de saúde, telefonia e outros serviços, o associado ou contribuinte poderá atualizar as suas informações cadastrais.
TCS Guias Web– É fundamental dar aos contribuintes a possibilidade de emitir guias e consultar a situação das suas contribuições online. Além dessas possibilidades, o sistema TCS Guias Web, também permite ao contribuinte fornecer e atualizar as suas informações cadastrais.
TCS Boletins – Este sistema permite criar e disparar campanhas para todas as pessoas e empresas cadastradas na entidade, inclusive campanhas de atualização cadastral com link online para os contribuintes visualizar e atualizar os seus dados.
Além de necessária para a emissão de boletos registrados, a atualização cadastral é de extrema importância para um bom resultado das contribuições. Com dados atualizados a entidade não fará a emissão e envio de guias para empresas baixadas ou com endereços desatualizados. Por isso, é importante a entidade se preparar desde agora para encerrar 2016 com o cadastro atualizado, pronta para emitir boletos registrados e as guias da contribuição sindical de 2017.



O seu sindicato está preparado para emitir cobrança com registro?
E como está fazendo para manter o cadastro atualizado?

Esclareça todas as suas dúvidas sobre boletos com registro e atualização cadastral.
Clique aqui, ou ligue (54) 3223.8344


Leia também:



 
 
 
 
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