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14
fev

Competências Humanas como Diferencial

     Imagine uma orquestra, cada músico toca um instrumento diferente e contribui com uma parte da música que encanta quem ouve. Então, imagine que nessa orquestra todos tocam de ouvido, a música acontece com muitas imperfeições. Suponha agora que os músicos toquem através de uma partitura, a música acontecerá com maior perfeição e harmonia. Do mesmo modo funciona uma organização, as competências de cada profissional podem ser comparadas à partitura que rege a banda e ajudará as pessoas a compreenderem melhor seu papel.
     Estabelecer uma relação em que profissionais e organizações andem de mãos dadas para atingir metas e objetivos é um desafio constante e cada vez mais presente na vida das empresas de todos os segmentos e portes. Todos os profissionais que desejam ver seu trabalho reconhecido associam carreira à satisfação individual e a valorização das próprias potencialidades. A dificuldade se dá quando não está claro o que é esperado de determinado profissional ou se o perfil desejado pela empresa não corresponde àquele que a pessoa apresenta no cargo. Alinhar essas necessidades é imprescindível para o sucesso de qualquer negócio e para a satisfação pessoal de qualquer um. É nesse contexto que surge a gestão por competências, uma metodologia que mapeia o capital humano por meio da identificação de competências profissionais e pessoais. A gestão por competências permite localizar talentos internos e desenvolver habilidades necessárias, componentes essenciais quando falamos em um mercado focado em resultados. Essa gestão pode ser traduzida como um sistema de práticas de recursos humanos voltados a excelência do desempenho e ao desenvolvimento permanente de competências técnicas e comportamentais.
     Em ambientes organizacionais cada vez mais competitivos, onde as diferenças são obtidas por meio de vantagens milimétricas, as pessoas fazem toda a diferença. Identificar se o profissional tem as qualidades comportamentais e técnicas exigidas para a função que desempenha e se está pronto para lidar com diferentes níveis de complexibilidade e desafios ainda maiores torna-se vital e é tendência nas organizações.