TCS News

28
dez

TCS Sistemas sorteou um tablet entre os clientes.

Palavras-Chave: Pesquisas , sorteio , clientes

Como forma de incentivo e agradecimento aos clientes que colaboraram
conosco, 
participando da Pesquisa de Evolução da TCS Sistemas, sorteamos um tablet.

O objetivo da pesquisa é promover o desenvolvimento dos
nossos produtos e serviços de acordo com as expectativas dos nossos clientes.

 


O sorteio foi realizado via ferramenta online disponibilizada no site sorteado.com.br às 15h do dia 28/12/2017.

 

 

22
dez

Momento de Renovação

Palavras-Chave:
Para todos este é um momento de renovação.
Para nós da TCS Sistemas este é um momento particular, pois nossas ferramentas estão passando por um processo de modernização, são novidades como melhorias visuais, compatibilidade com dispositivos móveis e informação apresentadas em gráficos dinâmicos com atualização em tempo real que facilitam a gestão.

Um Nova Interface com informações
para gestão à primeira vista!



Com isso, repetimos nosso desejo de que este espirito de renovação esteja presente em seu Natal e Ano Novo, fazendo com que cada dia de 2018 seja cheio de paz, harmonia e energia positiva das festas de final de ano.

Até o ano que vem, com muitas novidades!


06
dez

SindilojasRio: 85 anos a serviço do Comércio



Marco da história sindical do país, o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro, o SindilojasRio, é uma das mais antigas entidades representativas do país, reconhecido nacionalmente por sua forte atuação em defesa dos direitos e interesses do comércio.

Primeiro sindicato patronal do comércio, o SindilojasRio foi fundado em 6 de dezembro de 1932 por um grupo de empreendedores idealistas, determinados a organizar e fortalecer o comércio lojista. Ao comemorar seus 85 anos de existência nesta quarta-feira, o SindilojasRio jamais se afastou desse objetivo primordial.

Posição assertiva para que
o comerciante varejista seja ouvido



Hoje, o SindilojasRio é um dos maiores sindicatos do Brasil, com cerca de 13 mil empresas lojistas associadas, reunindo mais de 30 mil estabelecimentos, do microempreendedor às grandes redes, que abrangem mais de 30 diferentes segmentos do varejo, só no município do Rio de Janeiro.

Com estrutura organizacional e gestão semelhantes às de uma empresa, tem sua atuação pautada por metas e resultados, que incluem ações de responsabilidade social e as boas práticas de desenvolvimento sustentável.

Empenhado na luta pela redução e simplificação da carga tributária e no combate à pirataria e à informalidade, o SindilojasRio trabalha permanentemente para promover o diálogo entre o comércio, as diferentes esferas dos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo e a sociedade civil organizada.

Neste sentido, o SindilojasRio tem buscado a união entre as entidades representativas do comércio, promovendo debates, coordenando e elaborando ações conjuntas em torno dos temas de interesse do setor, da cidade e do Estado do Rio de Janeiro.

Dentre movimentos recentes importantes a favor não apenas do comércio, mas, também, da sociedade, podemos citar a mobilização contra o aumento do IPTU e outras taxas na cidade do Rio de Janeiro, que reuniu 11 entidades de diferentes setores, além do comércio lojista, como Habitação, Bares e Restaurantes, Ciências Contábeis e outros. Mesmo não impedindo o aumento, este movimento mobilizou imprensa e sociedade, cobrando transparência e diálogo.

Recentemente, apoiamos a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Varejo, no âmbito da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, para ampliar e aprofundar as discussões de interesse do comércio. Em 2016, fomos vitoriosos com a revogação da lei da Taxa Única de Serviços Tributários da Receita estadual.

Entre tantas iniciativas, é assim que o SindilojasRio tem se posicionado sempre, desde a sua fundação em 1932, de maneira cada vez mais assertiva para que a voz do comerciante varejista seja ouvida.

Defensor da modernização da legislação trabalhista recém-aprovada e, ainda, das reformas tributária, previdenciária e política, mais urgentes do que nunca, o SindilojasRio acredita que somente essas inadiáveis mudanças estruturais poderão levar a um novo patamar de desenvolvimento social e econômico, com mais justiça e qualidade de vida para toda a população brasileira.

Defendemos a modernização do sistema sindical brasileiro que resulte na maior representatividade das unidades estaduais e nacionais, renovando-as e possibilitando a interação ainda mais estreita com suas bases, sindicatos e empresas associadas. A modernização proporcionará mais vigor ao sistema, cuja força será decisiva na defesa dos interesses das categorias econômicas.

Para os próximos anos, o SindilojasRio seguirá firme em sua missão, buscando incentivar o crescimento da representatividade; contribuindo para o aprimoramento da gestão de suas empresas lojistas associadas; ampliando o leque de serviços oferecidos aos seus associados; procurando o equilíbrio nas relações entre lojistas e locadores, bem como entre lojistas e empreendedores em shopping centers; fortalecendo o comércio de rua; melhorando as relações entre fornecedores, lojistas e consumidores; combatendo a informalidade e colaborando com o poder público em prol da segurança pública; agindo a favor da racionalização dos impostos; acompanhando e assessorando a gestão pública em áreas relacionadas ao varejo.

São grandes e estimulantes os desafios que fazem com que o SindilojasRio busque a excelência em todas as suas ações, a favor do comércio, dos empresários lojistas e do conjunto da sociedade.













Aldo Gonçalves

Presidente do SindilojasRio e do CDLRio.




Fonte: Opinião / 05 Dezembro 2017

25
out

Tudo pronto para a Sindical 2018!

Palavras-Chave:
 


Se sua entidade ainda não utiliza o TCS Sistemas, entre em contato conosco e conheças todas as nossas soluções para a gestão de entidades.

 
03
mar

Caixa esclarece as dúvidas sobre a Sindical e a cobrança registrada

Por meio de perguntas e respostas o banco esclarece dúvidas das entidades para as cobranças que vencerão no 2º semestre de 2017.


• Por que alterar a plataforma vigente de Cobrança Bancária?


A plataforma atual, embora tenha representado um importante avanço no sistema financeiro ao permitir a liquidação interbancária (liquidação do boleto em canais de qualquer banco participante), está em funcionamento desde o início da década de 1990 e, diante do avanço tecnológico desde então, os bancos identificaram oportunidades de melhorias no serviço a partir da modernização do sistema, agregando, entre outros benefícios, maior segurança aos emissores de boletos (Beneficiários), aos Pagadores (Sacados) e às Instituições Financeiras.
O principal avanço do novo modelo consiste na troca on-line de informações no sistema financeiro, permitindo que um boleto seja validado previamente à sua liquidação, mitigando, assim, o risco de liquidações indevidas, seja por fraude ou outras inconsistências, que podem impactar o Beneficiário pelo não recebimento do recurso e o Pagador por não concretizar o pagamento ao Beneficiário.
A troca de informações on-line na Rede Bancária tem como premissa o registro dos títulos nos bancos, ou seja, a validação dos boletos apenas é possível se houver o registro do documento no banco emissor para que este, por sua vez, registre as informações em uma base centralizadora de boletos e, dessa forma, todos os bancos tenham acesso para consulta aos dados do boleto quando do processo de liquidação e apresente os dados do Beneficiário ao Pagador, que poderá confirmá-lo antes de concluir a transação.



• O registro de boletos é obrigatório?

O registro de boletos é uma premissa para a Nova Plataforma de Cobrança (NPC), considerando que o modelo define a troca on-line de informações entre bancos e a base centralizadora de boletos.
O boleto sem registro será impedido de liquidação na Rede Bancária quando implantada a Nova Plataforma de Cobrança, perdendo uma das principais características do serviço de Cobrança Bancária que é liquidação interbancária.



• A Contribuição Sindical Urbana será contemplada na Nova Plataforma de Cobrança?

Sim.
A Portaria MTE Nº. 488/2005 define, em seu Artigo 3º, que a Contribuição Sindical Urbana poderá ser recolhida em qualquer agência bancária, bem como em todos os canais de atendimento da CAIXA. Para viabilizar a liquidação da Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana (GRCSU) o MTE define no padrão da Guia o uso de código de barras e representação numérica em padrão Febraban.
No âmbito da Febraban o código de barras e a representação numérica que permitem liquidação interbancária são aqueles utilizados no serviço Cobrança Bancária, portanto, considerando a necessidade de atendimento ao exposto no Artigo 3º da Portaria MTE Nº. 488/2005, é necessário que a emissão e liquidação da GRCSU estejam adequadas à Nova Plataforma de Cobrança.



• Haverá alteração na Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana - GRCSU?

Sim, no entanto, as alterações não decorrem do projeto Nova Plataforma de Cobrança. Os ajustes na GRCSU são necessários para atendimento às Portarias MTE Nº. 521/2016 e 1.261/2016 que definem o envio de informações pela CAIXA ao MTPS relativas às Guias de Recolhimento.


• A partir de quando as Guias de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana deverão ser registradas na CAIXA e emitidas de acordo com o novo padrão?


Nada muda para as guias emitidas com vencimento até junho de 2017, ou seja, nesse período a emissão de Guias deve seguir o padrão e fluxo vigente, sem a necessidade de registro na CAIXA. A data limite de vencimento dessas Guias é 30/06/2017.
GRCSU com vencimento após 30/06/2017 deve ser registrada e ser emitida com o novo padrão da Guia.



• Os boletos registrados precisam ter valor e data de vencimento/prazo para pagamento?

Todo boleto precisa ter valor no registro, sendo permitida a grafia de valor R$ 0,00 no boleto físico, sendo que a mesma regra se aplica para as GRCSU.
No registro da guia, a Entidade Sindical poderá definir se a liquidação deve ocorrer pelo valor nominal, ou por valor divergente, devendo optar pelo pagamento por qualquer valor; um valor mínimo; ou definir uma faixa com valor mínimo e máximo.
Essa definição ocorrerá por meio do Segmento Y-53 do CNAB 240, registro detalhe opcional no arquivo remessa. Caso esse Segmento não seja utilizado, o sistema da CAIXA adotará como padrão a opção “Não aceita pagamento com valor divergente”. *
Beneficiários que precisam emitir boletos mas não detêm previamente informações sobre o valor que deverá ser pago, podem, por exemplo, registrar o título por R$ 0,01 e definir o tipo de pagamento “01 – Aceita qualquer valor” no Segmento Y-53. Caso não seja possível definir o valor previamente e haja necessidade de que a liquidação ocorra a partir de um valor mínimo, basta registrar com o tipo de pagamento “02 – Entre valor mínimo e máximo”.
Quanto ao prazo para pagamento, no registro deve constar uma data de vencimento, sendo que, para guias vencidas, os encargos serão calculados automaticamente pelos sistemas da CAIXA.
* O sistema da CAIXA passará a processar o Segmento Y-53 a partir de 07/2017 com a implantação da NPC



• É obrigatória a identificação do contribuinte?

O contribuinte deve ser identificado na guia por meio de CPF ou CNPJ, dados exigidos obrigatoriamente pelas Circulares BACEN 3598/2012 e 3656/2013 e indispensáveis para o registro na CAIXA e na CIP.
Clique aqui e veja como resolver inconsistências de cadastro da sua entidade.



• Como funciona a baixa e a manutenção das GRCSU?

As GRCSU registradas na CAIXA devem receber algum dos tratamentos a seguir:
Liquidação;
Baixa por devolução.
Guias emitidas com tipo de pagamento fixo, que, portanto, não aceitam pagamento parcial/divergente, poderão ser pagas em toda rede bancária em até 90 dias após o vencimento.
Diariamente, os encargos serão calculados automaticamente pelo sistema da CAIXA, atualizados na CIP e, assim, não haverá necessidade de nova emissão de guia.
Para guias emitidas acatando pagamento divergente, como não existe valor predefinido de pagamento, não é possível a atualização automática dos encargos e, por isso, o título será baixado automaticamente no dia seguinte ao seu vencimento. Dessa forma, pagamentos desses boletos, após o vencimento, estão condicionados à emissão de uma nova guia por meio do Portal do Contribuinte.
Para a emissão de guias vencidas é indispensável a informação do valor do documento, a fim de possibilitar o cálculo dos encargos pelo sistema, conforme art. 600 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Essas guias permanecerão atualizadas na CIP por até 90 dias após a sua emissão.
Quando ocorre o término do prazo de manutenção da guia na base da CAIXA, esta é baixada automaticamente.
Assim como a CAIXA registrará as GRCSU, também fará a baixa destas na base centralizadora, ou seja, um título baixado na CAIXA não mais estará apto à liquidação na Rede Bancária após implantação da Nova Plataforma de Cobrança.



• Como o sistema efetuará o cálculo dos encargos de guias vencidas?

As guias vencidas serão emitidas com a data de vencimento atual (data do dia da emissão), porém, com o cálculo dos encargos a partir da competência da guia (indicada pelo usuário) até a data da sua emissão, sendo que em caso de necessidade de nova atualização, o sistema irá considerar a competência da guia.
Assim, por exemplo, se a competência informada para a guia foi 01/2011, e o contribuinte emite a guia em 31/01/2015, o sistema irá calcular automaticamente os encargos devidos a partir de 01/02/2011 (D+1 do último dia útil do mês indicado na competência) e preenchê-los nos campos “Mora/Multa” e “Outros Acréscimos”, apresentando nos campos “Valor Cobrado” o somatório dos campos “Valor do Documento”, “Mora/Multa” e “Outros Acréscimos” e inserindo no código de barras o “Valor Total do Documento”.
Para o exemplo acima, caso a guia não seja liquidada na data de vencimento indicada, 31/01/2015, o sistema responsável pelo cálculo dos encargos continuará o cálculo dos encargos considerando a data de 01/02/2011, atualizando diariamente.
O cálculo dos encargos sempre obedecerá às regras do art. 600 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).


Fonte: Caixa Econômica Federal

23
nov

Fenacon comemora seu Jubileu de Prata

Palavras-Chave: Fenacon , Aníversário
Nesta quarta-feira (23), a Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon) comemora 25 anos de atuação em defesa das micro e pequenas empresas e em busca da construção de um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento econômico brasileiro. Para festejar a data, a entidade reúne as lideranças nacionais do setor, em Brasília (DF), para um jantar comemorativo com show da banda Roupa Nova.
 

Criada em 1991, a Fenacon nasceu da necessidade constatada por empresários do setor de serviços de se ter uma entidade que os representasse nacionalmente. Foi fundada na cidade São Paulo-SP, tendo como filiados nove sindicatos - São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Santa Catarina, Caxias do Sul, Paraná, Minas Gerais e Ceará.
Hoje a Fenacon tem abrangência nacional, contando com 37 sindicatos, distribuídos nos 26 Estados e no Distrito Federal. Esses sindicatos representam aproximadamente 400 mil empresas que atuam nas áreas de contabilidade, assessoramento, perícias, informações e pesquisas.
Filiada à Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Fenacon tem se consolidado como legítima liderança na representação do setor de serviços. A Entidade atua diretamente no combate à alta carga tributária, na diminuição da burocracia, na geração de mais empregos, além de lutar por políticas públicas que garantam mais desenvolvimentos às empresas brasileiras, sobretudo as micro e pequenas.
De acordo com o presidente da Fenacon, Mario Elmir Berti, este é um ano muito importante para a Entidade, oportunidade para celebrar todas as conquistas e traçar novas metas.

A TCS Sistemas manifesta sua admiração à está entidade pelo seu histórico de atividades e serviços prestados que resultam em importantes conquistas para seus representados.
22
nov

Caixa prorroga prazo para emissão das Guias Sindicais no novo modelo

 A Caixa Econômica Federal encaminhou mensagem às Confederações, comunicando a prorrogação, para 3 de março de 2017, do prazo para emissão das Guias de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana (GRCSU) no novo modelo definido pela Circular nº 3.598, de 6 de junho de 2012. Com isso, as guias poderão ser emitidas normalmente com vencimento em janeiro e fevereiro de 2017.
Expedida pelo Bacen, a Circular nº 3.598 instituiu o boleto de pagamento e suas espécies e dispôs sobre a sua emissão e apresentação e sobre a sistemática de liquidação das transferências de fundos a ele associadas. Essa norma traz alterações que afetam as entidades sindicais patronais, no que se refere ao recolhimento da contribuição sindical, em face da obrigatoriedade de registro dos boletos bancários, nos quais estão incluídas as guias de arrecadação da contribuição sindical.

Dentre as principais alterações, destaca-se a centralização de base de boletos de pagamento, com o registro de todas as cobranças, que deveria entrar em vigor em janeiro de 2017. No entanto, no dia 21 de outubro, a Caixa comunicou a prorrogação do prazo para emissão das GRCSU e, assim, as guias poderão ser emitidas normalmente com vencimento em janeiro e fevereiro de 2017.

Neste momento, não haverá alterações de tarifas e o novo aditivo do contrato será providenciado e encaminhado para assinatura em tempo hábil, até o início da emissão das guias registradas.

Quanto às regras de registro e emissão de boletos na Nova Plataforma de Cobrança, na qual está inserida a GRCSU, está previsto o registro de boletos com pagamento de valor divergente. Neste caso, as guias, assim como os demais boletos de cobrança bancária, poderão ser emitidas com qualquer valor, diferente de zero, ou seja, maior ou igual a 0,01 centavo, com a possibilidade de:
- Pagamento de qualquer valor;
- Pagamento de qualquer valor entre uma range de valor mínimo e valor máximo;
- Pagamento de qualquer valor acima de uma range de valor mínimo; e ainda
- Pagamento de valor fixo, conforme registro.

Fonte: CNC (http://cnc.org.br/noticias/sindicalismo/caixa-prorroga-prazo-para-emissao-das-grcsu-no-novo-modelo)
21
out

Febraban exigirá cadastro atualizado das entidades.

Às vésperas de 1°/01/2017, data determinada pela Febraban para que os bancos aceitem somente pagamento de boletos registrados, o cadastro da entidade passa a ser uma das questões mais importantes que devem ser observadas. Claro que também será necessário verificar as rotinas operacionais e as configurações do sistema usado para a cobrança, mas o cadastro merece atenção, pois toda cobrança deve ser registrada no banco com informações corretas do pagador, determinou a Febraban.

Veja a reportagem exibida pelo Jornal Nacional em 19/10/2016, que trata da obrigatoriedade das informações do pagador:

Fonte: Rede Globo / globo.com

NOVA COBRANÇA SINDICAL
Durante o ano de 2017, as regras de cobrança registrada também serão aplicadas as Guias das Contribuições, logo a entidade precisa desde já iniciar a atualização cadastral dos seus representados. Sem as informações dos contribuintes, não será possível realizar nova cobrança ou negociação de pagamentos atrasados, mesmo sendo de exercícios anteriores.

O QUE FAZER?
• Se sua entidade já usa o TCS Sistemas, fique tranquilo quanto ao seu sistema, ele já está pronto para registrar os seus boletos. Será necessário apenas verificar as rotinas da sua entidade e analisar a consistência de seu cadastro. Nossos consultores poderão auxiliar e fazer um diagnóstico do seu cadastro. Entre em contato com nosso Suporte Técnico.
• Se sua entidade ainda não usa o TCS Sistemas, será necessário verificar como o seu sistema atual realiza a geração de boletos, bem como o cadastro de pagadores e as rotinas da entidade. Se preferir, entre em contato conosco e saiba como nossos sistemas e nossa esquipe de especialistas em entidades de classe podem auxiliar você.
 
Quer saber mais?
Veja a matéria que preparamos sobre o fim da cobrança sem resgistro.

 

Palavras chaves:
• Cobrança registrada;
• Boletos de cobrança;
• Contribuição sindical;
• Entidades de classe;
• Sindicatos, federações e confederações;
• Febraban e bancos;
• Cobranças
• Associações;
• Atualização cadastral;
• Cadastro de empresas;
• Bloquetos e guias;
• Contribuições compulsórias
• Sistemas de cobrança
• Consultoria especializada em entidades de classe
• Especialistas em entidades

 
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